A Polícia Civil de São Paulo efetuou a prisão de dois homens apontados como autores do roubo do telefone celular pertencente ao médico e ex-presidente do São Paulo Futebol Clube, Marco Aurélio Cunha.
Entenda como ocorreu o crime
O assalto foi registrado em 12 de agosto, nas imediações da estação Clínicas da Linha 2-Verde do metrô, situada na Avenida Doutor Arnaldo, região oeste da capital paulista.
Em depoimento divulgado em suas redes sociais, o ex-dirigente detalhou que foi vítima da modalidade conhecida como “quebra-vidros”. Durante a ação criminosa, ele sofreu uma queda na escada do transporte subterrâneo que resultou em fraturas severas nas costelas.
Impacto na saúde e desabafo
O quadro de saúde exigiu procedimentos cirúrgicos no tórax para a fixação de placas metálicas. O médico classificou o episódio como um momento extremamente doloroso e desafiador em sua recuperação.
Diante da violência urbana na capital, o ex-presidente do clube tricolor fez um apelo público por legislação mais severa. Ele destacou que ocorrências dessa natureza vão além de simples furtos, configurando verdadeiras agressões físicas e psicológicas contra os cidadãos.
Desdobramentos da investigação
De acordo com informações da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), a dupla foi conduzida à 2ª Delegacia de Polícia de Investigações sobre Furtos, Roubos e Receptação de Cargas (2ª DISCCPAT) para formalização do indiciamento.
Um dos investigados acabou autuado em flagrante após os policiais apreenderem dois aparelhos celulares furtados em sua posse, enquanto o segundo envolvido acabou liberado em seguida. O telefone subtraído de Marco Aurélio ainda não foi recuperado pelas autoridades.
As diligências continuam em andamento para mapear a rede de receptação e localizar o dispositivo móvel do ex-dirigente esportivo.




