O quantitativo real de baixas nas Forças Armadas dos Estados Unidos decorrente do conflito contra o Irã supera os registros divulgados publicamente pelo Pentágono, conforme apuração de um importante veículo da imprensa norte-americana divulgada nesta sexta-feira (18).
Fontes militares apontam divergência nos números
O levantamento se baseia em depoimentos de seis oficiais de alta patente do exército norte-americano que possuem acesso direto aos registros de óbitos do Departamento de Guerra.
Enquanto a contagem oficial do governo aponta 18 baixas desde o início das hostilidades no Oriente Médio, no final de fevereiro, as fontes internas divergem dessa estatística. Cinco entrevistados afirmam que 22 pessoas perderam a vida, e um sexto informou que o total chega a 23 mortos.
Circunstâncias das baixas no Oriente Médio
O balanço oficial inclui fatalidades decorrentes de ofensivas de Teerã contra instalações militares dos EUA na área geográfica e a queda de uma aeronave de asa rotativa do país norte-americano.
Embora parte dos óbitos não tenha ocorrência em combate direto, todas as vítimas fatais eram integrantes das tropas dos Estados Unidos posicionadas na região durante o acirramento das tensões. Além dos soldados, uma autoridade confirmou o falecimento de outros três colaboradores civis norte-americanos na mesma zona de conflito desde a deflagração das operações.
Falta de transparência e processos burocráticos
A ausência de divulgação de identidades adicionais e a divergência nos dados têm gerado insatisfação entre funcionários que conhecem a real extensão das perdas humanas, apontando opacidade na comunicação oficial do governo.
O protocolo governamental exige a abertura de averiguações formais para cada óbito em zonas de confronto, um procedimento indispensável para definir o repasse de indenizações e o suporte financeiro devido aos familiares dos militares atingidos.




