Durante participação recente no podcast de Zane Lowe nesta quinta-feira (17), a cantora Miley Cyrus não conteve as lágrimas ao falar sobre a perda e a profunda conexão com sua madrinha artística, Dolly Parton, falecida aos 80 anos em agosto.
A última conversa e o novo álbum
Durante a entrevista para falar sobre o disco “Bass Persuades”, a estrela pop revelou que o último diálogo com a lenda da música aconteceu justamente para falar sobre esse novo trabalho de estúdio. Mesmo com personalidades distintas, Miley destacou que essa diferença era o segredo da sintonia entre elas.
Identificação com a dualidade de personas
A artista pontuiu que a veterana do country sempre foi mundialmente famosa por sua estética extravagante, com perucas volumosas e maquiagem marcante. Contudo, por trás do espetáculo visual, existia uma essência extremamente genuína que cativava o público.
Essa dualidade ajudou Miley durante a fase em que interpretava Hannah Montana na televisão.
- A convivência com Dolly ensinou que é possível manter uma persona artística sem perder a identidade real.
- Cyrus comparou sua própria apresentação nos palcos a uma forma de arte drag, separando a figura pública da mulher que cuida de animais em casa.
Conselho profissional e sensibilidade
No encerramento da conversa, a voz de “Flowers” relembrou uma orientação direta que recebeu da madrinha após se emocionar durante uma performance televisiva. Ao questionar o choro da afilhada, Dolly sugeriu uma postura mais firme diante do público.
Apesar de a veterana ter aconselhado que a música deve servir como escapismo e que a plateia é quem deveria se emocionar, Miley garantiu que sua vulnerabilidade era uma marca registrada, algo que sua mentora aceitava e amava profundamente nelas.




